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Tarde de toiros em Mora.
No passado dia 9 de Setembro, e depois de uma corrida dura em Évora deslocamo-nos até Mora, para uma corrida que se adivinhava de oportunidades para a malta nova e com vontade de triunfar no seio do nosso grupo. O cartel era composto pelos cavaleiros Luís Rouxinol, Victor Ribeiro e Sónia Matias e pegava a corrida os Grupos de Montemor e Santarém, os toiros eram da ganadaria Conde Cabral e pesavam a volta dos 460 kg.

 

O nosso primeiro saiu a praça bem apresentado e cumpridor no geral, o que proporcionou uma boa lide ao cavaleiro de Almada, Victor Ribeiro, e para a pega deste toiro o José Maria escolheu Nelson Campaniço, um forcado que se fardava pela primeira vez. O Campaniço apesar da sua juventude e inexperiência nesta arte tão difícil, que é a arte de pegar touros, andou bem para o touro com galhardia fazendo tudo certo, pegou à 1ª tentativa. De destacar a já famosa dupla de segundas que em muito tem ajudado o grupo e em particular o José Maria, de destacar também o templar de Francisco Godinho.

 

Para o nosso segundo touro lidado pelo cavaleiro de Pegões, o eleito foi o Luís Vacas, que na primeira tentativa teve de ir buscar o touro aos seus terrenos o que lhe complicou a reunião. Na segunda tentativa e com a mesma vontade o Vacas desta feita mandou vir o seu opositor de largo e teve uma boa reunião o que facilitou e muito a sua tarefa.

 

E por ultimo para encerrar a corrida (ou não) e depois de uma agradável lide da Sónia, o nosso cabo juntamente com as dicas de dois elementos, escolheu o Miguel Vacas de Carvalho (Miai) que vinha de uma pega menos conseguida. Saltou para a praça cheio de “ganas” de pegar o touro, e quando assim é torna as coisas mais fáceis. Teve uma boa reunião tendo o touro fugido ao grupo e o Miai aguentou alguns derrotes sozinho, protagonizando uma boa pega a 1ª tentativa.

 

O grupo de Santarém também com muita juventude pegou os seus touros todos a 1ª tentativa.

 

Por ultimo e porque os últimos são os primeiros, estava guardado o momento alto da tarde, o touro não entrava nos curros e já ninguém sabia o que fazer, e eis que surge FILIPE MENDES a entrar a cernelha com muita alma e coragem (para fazer uma figura daquelas só pode ser muito corajoso). Se o José Maria andava a procura de mais um cernelheiro, a partir deste momento deixou de ter essa preocupação, em boa hora apareceste amigo FILIPE MENDES.

 

Pelo Grupo de Montemor e pelo FILIPE  MENDES

 

Venha vinho....

 

Frederico Manzarra e António Dentinho
Setembro de 2007

 

Fotografias: Francisco Romeiras

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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