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Treino de cernelhas na praça de Montemor

Foi na manhã de 17 deste mês que o grupo de Montemor se reuniu mais uma vez, desta feita para um grandioso treino de cernelhas. A manhã ensolarada previa-se animada, com os forcados motivados pelo dia festivo que se adivinhava.

Por volta das dez da manhã reuniu-se o grupo, à porta da praça, para dar início a este tão esperado dia.

Um jogo de cabrestos e quatro novilhos alentejanos preencheram este treino, revelando novos e confirmando actuais valores, nas artes de cernelhar (que ao contrário do que muitos julgam, não é uma pega de recurso, pode ser utilizada como tal, mas é uma arte de pegar de tão grande valor e emoção como a pega de caras) e rabejar um toiro bravo. Houve cernelhas para todos os gostos, duras e suaves, aparatosas e mais simples, mas o treino que se adivinhava importante revelou que muitos dos elementos do grupo têm a arte e valentia de entregar o peito ao dorso do gado e efectivar a pega de cernelha.

Foi sob o comando do Cabo Rodrigo e atentos aos conselhos do cernelheiro do grupo, Manuel Mata, que todos se empenharam na concretização destas sortes. Brilharam essencialmente os mais novos do grupo, que não querem perder a oportunidade de se mostrar.

Tomás Pimenta da Gama
19 de Março de 2007

 

 

 Francisco Reis, cabo dos juvenis a dar o exemplo e a entrar com convicção.

 

 

Francisco Reis, cabo dos juvenis, a dar o exemplo à rapaziada mais nova.

 

José Miguel Sampaio, que também campinou, a mostrar como se dá o peito na sorte de cernelha.

 

António Dentinho cernelheiro com o Guiga a rabejar. O cabo está cá para as curvas.

 

Joaquim José Murteira Correia e Francisco Godinho a cernelhar e rabejar, respectivamente.

 

 

 

António Dentinho e João Tavares, mostraram-se uma dupla eficaz.

 

 

 

 

João Maria Santos mostrou-se à vontade na pega de cernelha.

 

 

Os mais novos aproveitaram bem o dia para se mostrarem ao cabo.

 

Um dia bem passado com boas indicações para o futuro do Grupo

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